A Escola da Noite é uma companhia de teatro profissional sediada em Coimbra desde 1992. Ao longo de 23 anos de actividade, estreou 62 espectáculos, construindo e consolidando uma linguagem artística própria, assente na experimentação e na formação constantes e no equilíbrio, em termos de reportório, entre autores clássicos e contemporâneos. Para além de Gil Vicente, elemento essencial no percurso da companhia, destacam-se as visitas ao Teatro Grego (Ésquilo e Eurípides), à dramaturgia portuguesa contemporânea (Vicente Sanches e Abel Neves) e à dramaturgia universal (Beckett, Achternbusch, Büchner, Maquiavel, Lorca, Tchékhov), bem como a atenção particular dada ao universo lusófono, quer quanto ao reportório, quer quanto aos parceiros com quem tem desenvolvido colaborações.
Paralelamente às temporadas em Coimbra, a companhia atribui particular importância à itinerância dos seus espectáculos, mantendo-se fiel ao objectivo da descentralização, um dos princípios sob os quais foi fundada. Desde 1992, A Escola da Noite visitou mais de 50 localidades nacionais e efectuou digressões à Bélgica, ao Brasil, a Moçambique, à Guiné-Bissau, a Espanha e a Angola. Para além da produção e apresentação dos seus espectáculos, o trabalho da companhia estende-se aos domínios da formação (actores, produtores, técnicos, amadores de teatro, professores), da programação e do trabalho com o público escolar.
Depois de ter adaptado uma antiga garagem no Pátio da Inquisição, em Coimbra (onde permaneceu entre 1996 e 2002), e de ter inaugurado a Oficina Municipal do Teatro (2002-2008), A Escola da Noite mudou-se para o Teatro da Cerca de São Bernardo em Setembro de 2008. Ao abrigo de dois protocolos assinados com a Câmara Municipal de Coimbra, o grupo é a companhia residente e a entidade responsável pela sua gestão e programação.
Coimbra, Maio de 2015.
Para saber mais:
As primeiras reuniões tendo em vista a criação da companhia tiveram lugar em 1991. Na altura, nada faria prever a escolha de Coimbra como Capital Nacional do Teatro no ano seguinte. Na sua maior parte oriundos do teatro universitário, aos fundadores d’A Escola da Noite movia-os apenas a vontade de fazer teatro, em moldes que ultrapassavam o simples âmbito universitário.
Dez anos depois da falência do último projecto de teatro profissional em Coimbra, a cidade voltava a ter condições para deixar de ser um dos maiores centros urbanos do país sem uma companhia de teatro profissional em actividade.
Infelizmente, essa lacuna não parecia estar, na altura, no centro das preocupações da Câmara Municipal de Coimbra — passaram quatro anos antes que a edilidade apoiasse A Escola da Noite.
Valeu-nos, na altura, o apoio de instituições como o Teatro Académico Gil Vicente e o Teatro Avenida de Coimbra, que acolheram espectáculos da companhia, ou como o TEUC — Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra, que nos disponibilizou uma sala administrativa na sua biblioteca, no quinto piso das Instalações Académicas.
Valeu-nos também a nomeação de Coimbra como Capital Nacional do Teatro em 92. De acordo com o regulamento desta iniciativa, à companhia residente na Capital do Teatro seria atribuído um financiamento igual ao máximo em vigor nesse ano — o que, perante a inexistência de qualquer apoio financeiro a nível local, se veio a tornar num factor decisivo, permitindo não só a sobrevivência do projecto mas também o seu lançamento a um nível de dimensão regional.
Só em 1995 a companhia assinaria, finalmente, um protocolo com a Câmara de Coimbra, mediante o qual passou a dispôr de um espaço provisório no Pátio da Inquisição (onde se apresentou pela primeira vez em 1996) e de um apoio financeiro anual.
Neste momento, A Escola da Noite assinalou recentemente o seu décimo aniversário. No entanto, apesar do passar dos anos, apesar das mais de duas dezenas de espectáculos apresentados, continuamos a considerar como verdadeiras as premissas que tornámos públicas aquando da apresentação da companhia:
A Escola da Noite define-se como companhia em formação, que pretende “fazer caminho caminhando”, sem o espartilho de grandiloquentes postulados estéticos e culturais prévios (como se cada grupo devesse ter uma “filosofia” ou uma “estética” privadas…), que se tornam obsoletos no fragor dos primeiros embates. Sabe-se o que se quer fazer e como, mas pouco se intui do resultado do confronto da matéria teatral com o seu público, com a sua crítica, ou dos reflexos do funcionamento da ética do grupo e da prática artística em cada um dos seus elementos.
(…)
“Fazer um teatro à medida das nossas dúvidas” foi a fórmula que encontrámos para afirmar que não nos limitaremos a reproduzir fórmulas. Tentaremos que o nosso trabalho reflita, em cada momento, as nossas questões à norma, ao fazer teatral.
(…)
A companhia não se sente investida na missão de formar públicos, mas contribuir, pela sua visão ou interesses teatrais próprios, para a diversificação do olhar e do espectro de escolha do espectador.
Importante para nós será que o público possa ler o nosso percurso e, nessa base, ir estabelecendo connosco protocolos baseados no encontro possível das suas necessidades culturais com a nossa evolução.
(…)
A íntima ligação da prática teatral à investigação implica uma opção estética de risco que a companhia não enjeita, por considerar que, no interior de uma prática teatral diversificada em todo o país, encontra aí a vocação desejada.
in dossier de apresentação d’A Escola da Noite
início de 1992
Ao longo de mais de quinze anos de actividade, muitos foram os nomes que, numa ou noutra iniciativa, se foram associando ao projecto d’A Escola da Noite.
Desde logo, importa referir aqueles que fizeram ou fazem parte da Associação A Escola da Noite, a começar pelos seus 13 fundadores: António Augusto Barros (encenador), Sofia Lobo (actriz), Ana Rosa Assunção (gráfica e figurinista), Rui Valente (produtor) e João Mendes Ribeiro (cenógrafo) — que permanecem no grupo até hoje — e ainda José Neves (actor), Lígia Roque (actriz), José Abreu Fonseca (actor), José Santana (técnico de som), Manuel Guerra (encenador), Jorge Ribeiro (técnico de luz), Rosário Romão (actriz) e António Jorge (actor).
No início de 1994 Sílvia Brito (actriz), que desde 92 fazia parte do elenco permanente da companhia, entra formalmente para a Associação A Escola da Noite, o mesmo sucedendo com José Vaz Simão (actor) e Carlos Sousa (actor), no início de 1995. Isabel Campante, que entrou para o Secretariado da companhia em Novembro de 1994, passou a fazer formalmente parte da Associação em Fevereiro de 1997. Pedro Rodrigues, que entrou para Administração da companhia em 2000, entrou formalmente para A Escola da Noite em 2002.
O desaparecimento de José Vaz Simão, vítima de um trágico acidente na noite de 14 Março de 1997, foi um dos golpes mais duros sofridos até hoje pel’A Escola da Noite. Com 31 anos, José Vaz Simão era um valor promissor do teatro português, tendo chegado a desenvolver trabalho nos campos da música, da tradução e da encenação.
Direcção Artística António Augusto Barros
Actuação Igor Lebreaud, Maria João Robalo, Miguel Magalhães, Ana Teresa Santos e Ricardo Kalash
Cenografia João Mendes Ribeiro
Figurinos Ana Rosa Assunção
Imagem Gráfica Ana Rosa Assunção
Fotografia Augusto Baptista
Técnica Rui Valente (direcção técnica), José Diogo Silva, Danilo Pinto e Diogo Lobo
Administração Pedro Rodrigues e Eduardo Pinto
Produção Juliana Roseiro e Mariana Banaco
Contabilidade Luís Ladeiro (Projecto L., Lda.)
Investigação e Documentação António Augusto Barros, Sofia Lobo, Maria João Robalo e Ana Rosa Assunção
Para a posteridade, lembramos aqui todos quantos trabalharam ou colaboraram com A Escola da Noite até hoje ou tiveram, de alguma forma, o seu nome associado ao trabalho da companhia:
Javier Tomeo, Marivaux, Herbert Achternbusch, Gil Vicente, Maquiavel, Thomas Bernhard, Georg Büchner, Vicente Sanches, Federico García Lorca, Samuel Beckett, Eurípides, Nelson Rodrigues, José Mena Abrantes, Ésquilo, João Maria André, Milan Kundera, Abel Neves, Shelagh Delaney, José Ignacio Cabrujas, Heiner Müller, Anton Tchekhov, Plínio Marcos, Cleise Mendes, Ruy Duarte de Carvalho e Franz Kafka.
José Bento, António Cabrita, Idalina Aguiar de Melo, Alexandre O’Neil, Carlos Guimarães, Renato Correia, José Vaz Simão, Alberto Nunes Sampaio, Ernesto Sampaio, Maria Helena da Rocha Pereira, Manuel de Oliveira Pulquério, Teresa Curvelo, Sílvia Brito, António Mercado, Adriana Bebiano, Eloísa Alvarez, Anabela Mendes, Carlos Porto, Sofia Lobo, Ana Paula Quintela Sottomayor e José Ribeiro da Fonte.
J. J. Préau, Jacques Nichet, Joëlle Gras, Isabel Lopes, Sílvia Brito, António Augusto Barros, José Vaz Simão, Konrad Zschiedrich, Sofia Lobo, José Abreu Fonseca, José Caldas, Luciana Stegagno Picchio, Mário Jorge Bonito e Sebastião Milaré.
Encenadores:
António Jorge, José Neves, Rogério de Carvalho, Fernando Mora Ramos, António Augusto Barros, Ricardo Pais, Nuno Carinhas, Sílvia Brito, Konrad Zschiedrich, José Abreu Fonseca, José Caldas, Avelino Neto, Pierre Voltz, Stephan Stroux, António Mercado e Sofia Lobo.
Assistentes de Encenação:
Isabel Lopes, José Vaz Simão, Sílvia Brito, Carlos Gomes, Sofia Lobo, Miguel Amado e Avelino Neto.
Actores:
António Jorge, José Neves, José Abreu Fonseca, Lígia Roque, José Vaz Simão, Sofia Lobo, Fernando Mora Ramos, Sílvia Brito, Carlos Sousa, Amélia Varejão, Carlos Gomes, Tony Fortuna, Isabel Leitão, Domingos Moreira, Miguel Amado, Adriano Cristino, Ricardo Silva, Benjamim Pinto, Carlos Borges, Rosário Romão, Alexandra Rosa, Miguel Santos, João Azevedo, Cândido Ferreira, Catarina Veloso, João Brás, Lúcia Sigalho, Vasco Azevedo, Rui Quinteiro, Gracinda Nave, Paulo Castro, Fernando Candeias, Mário Montenegro, Nuno Pinto, Lucrécia Paco, Alberto Magacela, Adelino Branquinho, Graça Silva, Rogério Manjate, Jorge Vaz, Sandra Resende, Ernesto Pires, David Cruz, Sónia Gonçalves, Anabela Gonçalves, João Saboga, Margarida Dias, Ruy Malheiro, Alexandre Ventura, Maria Simões, Pedro Laranjo, Raúl Rosário, Elsa Rajado, Patrícia Simões, Nelson Rodrigues, Paula Marques, Cristina do Aido, Aires António Major, Amor de Fátima Mateus, Arlete Dias, Bia Gomes, Jaime Monsanto, José Évora, Melquisalem Sacramento, Mestre Capitão, Rogério Mboane, Simone Iliescu, Tilike Coelho, Miguel P.P., Ricardo Seiça, Nuno Coelho, Isabel Lopes, Rui Damasceno, Ricardo Brito, Maria João Robalo, Nuno Meireles, Carlos Marques, Marta Gonçalves, Margarida Fernandes, Pedro Silva, Ricardo Correia, Amélia da Silva, Andrea Pozzi, Carla Sequeira, Célcio Gaspar, Érico Brás, João Ricardo, Virgílio António, José Pinto, Miguel Rosas, Neusa Dias, Pedro Mendonça, Pedro Pires Pinto, Valdemar Cruz, Helder Wasterlain e Cleia Almeida.
Cenógrafos:
João Mendes Ribeiro, José Manuel Castanheira, José Carlos Faria, Fernanda Fragateiro, Nuno Lacerda Lopes, António Augusto Barros, João Brites, Konrad Zschiedrich, Pierre Voltz, Sílvia Brito, Stephan Stroux, António Jorge e Pierre Voltz.
Figurinistas:
Ana Rosa Assunção, José Carlos Faria, Fernanda Fragateiro, José Fragateiro, Frederica Nascimento Ferreira, Mariana Sá Nogueira, Jasmim de Matos, Manus Hüller, Konrad Zschiedrich, Rosa Ramos, Ruy Malheiro e Rachid Dradar.
Luzes:
Jorge Ribeiro, José Neves, Orlando Worm, Vitor Correia, Konrad Zschiedrich, Nuno Patinho, Pedro Machado, Ricardo Madeira, Mário Montenegro, Rui Raposo, Stephan Stroux, António Mercado e Rui Simão.
Músicos / Direcção Musical:
António Andrade, Paulo Vaz de Carvalho, Carlos Zíngaro, O Gato de Pascal, José Vaz Simão, Tilike Coelho, Flop, Margarida Magalhães (cantora), David Loyd (violinista), José Amilcar Ribeiro (violetista), Lakis Karalis, Nuno Pinto (clarinetista), Catarina Braga (cantora), Carlos Nogueira (cantor), Júlio Dias (cravista) e Jorge Ly (cravista).
Aderecistas:
Filipe Alarcão, Francisco Pereira, Luís Mouro, José Carlos Faria, António Canelas, Amélia Varejão, Fernanda Fragateiro, José Fragateiro, Margarida Dias Coelho, João Martins, Marinel Matos, João Mendes Ribeiro, Anabela Ferreira, Manus Hüller, e Ana Rosa Assunção.
Fotógrafos:
Susana Paiva, José Maçãs de Carvalho, Miguel Amado, António José Martins, Nuno Patinho e Augusto Baptista.
Vídeo:
Acácio Carreira, José Henrique Caldeira, Nuno Patinho e Paulo Côrte-Real.
Grafismo:
Ana Rosa Assunção, João Bicker.
Organização de programas de espectáculos / dossier do actor:
António Augusto Barros, José Vaz Simão, Ana Rosa Assunção, Rita Marnoto, Carlos Gomes, Sílvia Brito, Ricardo Pais, Nuno Carinhas e Sofia Lobo.
Colaborações em programas de espectáculos:
António Pedro Pita, Júlio Henriques, Joèlle Ghazarian e Yoyana Ahumada
Consultor para a obra de Gil Vicente:
José Bernardes.
Consultores de Magia:
Luís de Matos, António Ribeiro.
Monitora de Yoga:
Ana Varela.
Monitor de Tai Chi Chuan:
António Amorim.
Acrobacia / Movimento:
João Martins.
Dança de Salão:
Carlos Piteira.
Colocação de Espectáculos:
Catarina Saraiva, Sílvia Brito, Rui Valente, Pedro Laranjo e Pedro Rodrigues.
Assessoria de Imprensa:
Isabel Campante.
Mecenato:
Jaime Filipe Silva, Rui Valente, Catarina Saraiva, Ana Paula Vargas, Pedro Rodrigues e Isabel Campante.
Assistência de Cenografia:
José Fragateiro, António Albuquerque, Luís Pedro Crisóstomo e Cristina Lucas.
Assistência de Figurinos:
Rosário Romão, Isabel Leitão, Ruy Malheiro, Elsa Rajado, Isilda Rodrigues e Margarida Dias.
Assistência de Luzes:
Daniel Worm d’Assumpção e Nuno Patinho.
Assistência de Adereços:
Cristina Lucas.
Direcção de Montagem:
Vitor Correia e António Jorge.
Execução de Cenografia / Carpintaria / Serralharia / Montagem:
Carlos Figueiredo, Leonel Moura, David Mendes, Leonel Caldeira, José Resende, José Fernandes, António Freitas Brites, Manuel Sargaço, Virgílio Fernandes, Fátima Santos, António Coutinho, Catarina Veloso, Isilda Rodrigues, Alfredo Santos, Mário Montenegro, Ricardo Maia, António Jorge, Rui Raposo, José João Santiago Ramalho, Armando Fernandes, João Carlos Pinheiro e Paulo Ferreira.
Execução de Figurinos:
Delfina Teixeira, Guarda-Roupa, Lda., Maria Gonzaga, Isilda Rodrigues, Joaquim Freitas, Maria da Luz Freitas, Maria Luís, Catarina Veloso, Ruy Malheiro, Rachid Dradar, Anabela Ferreira, Elsa Rajado, Noémia Ferreira, Maria do Céu Simões e Filomena Sabino.
Execução de Adereços:
Anabela Ferreira, Luís Mouro, Manus Hüller, António Jorge, Ana Rosa Assunção e António Canelas.
Cabelos:
Paulo Vieira e Beatriz Cabeleireiros.
Voz e elocução:
Tilike Coelho, Luís Madureira e Pierre Voltz.
Maquinistas de Cena:
Carlos Figueiredo, Paulo Ferreira.
Maquetas:
Guilherme Fonseca e Atelier João Mendes Ribeiro.
Operação de Luz:
Jorge Ribeiro, João Pessoa, Vitor Correia, Rui Valente, Nuno Patinho, Pedro Machado, Artur Gonçalves, Margarida Dias, Miguel Salazar, Rui Cepeda, Rui Lima, Rui Simão, Jonathan Azevedo e Danilo Pinto.
Operação de Som:
José Santana, João Pessoa, António José Martins, Sérgio Julião, Sílvia Brito, Rui Cepeda, Rui Lima, José Miguel Lontro, Rui Simão e Rui Valente.
Direcção de Cena:
Otelo Lapa, Sofia Lobo, Carlos Sousa, Sílvia Brito, Rosário Romão, Ernesto Pires, Ruy Malheiro, Margarida Dias e Ricardo Silva.
Promoção e Divulgação:
Rosário Romão, António Jorge, Lígia Roque e Isabel Campante.
Produção / Produção Executiva:
José Fonseca, A Escola da Noite, Bienal Universitária de Coimbra, António Jorge, Rui Valente, Carlos Sousa, Lígia Roque, José Luís Ferreira, Sofia Lobo, Isabel Leitão, Ruy Malheiro, Cristina Henriques e Daniela Queiróz.
Contabilidade:
Sofia Lobo, César Almeida, Lda., Ana Teresa, Eugénia Mendes e Luís Ladeiro.
Secretariado:
Cristina Bragança, Isabel Campante, Pedro Grilo, Sandra Jorge e Pedro Rodrigues.
Projecto Públicos:
Isabel Campante, Margarida Dias e Pedro Rodrigues.
Por último, saiba como é A Escola da Noite vista de fora: comentários de figuras públicas ou notas de imprensa que têm acompanhado o nosso percurso ao longo dos anos.